Quem não sabe escrever, desenha

Sobre como o Flamengo adiou o fim dos tempos

Os quatro irmãos

Segundo as profecias de Nostradamus:

Quatro serão os ciclos de profunda discórdia entre os homens que culminarão no findar do planeta como assim o entendemos.

No primeiro destes, o maior e mais forte dos quatro irmãos, o um que é muitos, o vermelho e o preto, há de vingar anos de ignomioso vilipêndio e arrebatará para si pela sexta vez os louros da vitória, num levante sem precedentes frente às injustiças da babilônia de concreto da cidade-estado de Saulo.

No ciclo seguinte o irmão mais velho, aquele que se diz três mas que é dois, é duas e é também um, o que de todos mais se rebaixou, há de, tal qual uma fênix, se reerguer e arrebanhar para si o troféu, corroborando para o efetivo estabelecimento daquela que é a mais gloriosa província do mundo de então como centro de tudo o que há de justo e correto, mais uma vez enfrentando o concreto e o globo.

No terceiro ciclo o irmão perverso, o invejoso, o vingativo, aquele que sempre se avizinha da glória e sempre a vê escorrer entre seus dedos peçonhentos, há de, inadvertidamente ajudado pelos seus irmãos maiores, se sagrar vencedor no dia em que O Pensador morrer, trazendo assim um ciclo de trevas, cruzes pagãs, estandartes enviesados e ignorância à então feliz província, prenunciando o fim que se avizinha.

No último ciclo o pequeno, o solitário, aquele que não mais brilha mas que ainda assim persiste, com seu brancaleonesco exército liderado por seu general, o louco, se aproximará como há muito não se via da glória. Antes que tamanho absurdo se concretize, o mundo em si entrará em colapso, findando assim toda a existência.
Mas há e sempre haverá o Um. O Vermelho. O Preto. SEMPRE caberá àquele que é maior que todos impedir esta nefasta cadeia de eventos, bastando para isso permitir à razão prevalecer, à natureza correr seu curso, assim impedindo o perverso de atingir seu tento e restaurando a ordem natural dos ciclos.

No futuro a aparente derrota frente ao concreto e ao globo será lembrada como não mais que um breve entrevero frente à missão de expandir o Bem, de transmitir a palavra do Vermelho e do Preto ao restante do continente liberto.

Assim é. Assim foi. Assim sempre será. E NUNCA SERÃO.

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Este post foi publicado em 05/12/2011 às 09:40. Ele está arquivado em Sem categoria e marcado , , , , . Guarde o link permanente. Seguir quaisquer comentários aqui com o feed RSS para este post.

Uma opinião sobre “Sobre como o Flamengo adiou o fim dos tempos

  1. Hahahaha! Espetacular! Só isso que digo 🙂

    Horror meu caro.

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