Quem não sabe escrever, desenha

Modernidade Líquida

Interrupção, incoerência, surpresa são as condições comuns de
nossa vida. Elas se tornaram mesmo necessidades reais para
muitas pessoas, cujas mentes deixaram de ser alimentadas (…)
por outra coisa que não mudanças repentinas e estímulos
constantemente renovados (…) Não podemos mais tolerar o que
dura. Não sabemos mais fazer com que o tédio dê frutos.
Assim, toda a questão se reduz a isto: pode a mente humana
dominar o que a mente humana criou?   
                                                                        Paul Valéry

Comecei semana passada a ler “Modernidade Líquida” do Zygmunt Bauman. O livro abre com essa citação, só pra me preparar pra seqüência de socos na boca do estômago que vem por aí (mind fuck mode: on).

Pra compensar comprei também “o rei do inverno”, do Bernard Cronwell (ou coisa parecida), pra dar uma aliviada, livro (que eu já tinha lido) meio bobinho pseudo-arqueológico-histórico sobre a vida do Rei Arthur.

Aliás, tem uma certa ironia entre meu hábito – que eu sei que muitos têm – de ler vários livros ao mesmo tempo e a frase acima, que fala sobre a necessidade de “mudanças repentinas e estímulos constantemente renovado”.

Enfim, tô lendo. Isso é bom. Talvez esteja na hora de dar uma acalmada

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Esta entrada foi publicada em 09/02/2009 às 13:56 e está arquivada sob Generic post. Guarde o link permanente. Seguir quaisquer comentários aqui com o feed RSS para este post.

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