Quem não sabe escrever, desenha

A Tese da Cadeira do Didi

Tenho voltado a frequentar o Empório. Talvez o termo figurinha fácil seja o mais apropriado – vergonha, eu sei – mas isso tem me trazido recordações memoráveis (memórias memoráveis?). Uma delas é a Tese da Cadeira do Didi.

Há muito tempo, uns 6 anos atrás, estava sentado em uma daquelas cadeiras tortas, piso imundo, som de Empório – não muda nunca – tendo ao lado Miguel (um grande amigo que hoje mal sei por onde anda, mas que ainda assim, amigo) e ele me explicou sua tese. É simples. Ele sempre se perguntava o que aconteceria se algum dia alguém simplesmente pegasse e jogasse uma cadeira no meio daquela galera apinhada no bom e querido antro. Nos moldes de briga de bar dos Trapalhões que sempre, invariavelmente, alguém pegava e dava com uma cadeira (evidentemente de isopor) na cabeça de alguém. Não, ele nunca chegou a fazer isso, nem sequer desenvolveu ou aprofundou sua tese, mas sempre ficava aquela sensação de tentar entender o inconfessável prazer que existe em ver o circo pegar fogo.

Essa pergunta me voltou à cabeça ao ler esse trecho de um blog que eu visito com uma certa frequência (muito embora eu não entenda exatamente o porquê, eu gosto do que ele escreve) o Hoje é um bom dia. Transcrevo:

Não é segredo pra ninguém que eu sou um exímio praticante da discórdia esportiva. A infame Semeadores da Discórdia surgiu justamente da vontade de encontrar outros espíritos de porco como eu, que provocam celeuma simplesmente pra poder dar dois passos pra trás e apreciar o trabalho bem feito.

Por favor, levem em consideração que esse trecho foi arrancado de seu contexto, leiam o post que entenderão do que ele tá falando. É até bem engraçado, muito embora esse assunto se blog deve ser levado à sério já deu, né? (vide essa porcariada que eu escrevo de vez em quando)

Enfim, esse enorme preâmbulo foi por conta de umas idéias malucas que eu venho tendo. Vergonha inconfessável número 2: tenho voltado a usar o tal do orkut. Sim, eu sei. É ridículo. Mas é engraçado ao mesmo tempo e eu costumo ver graça no ridículo. E muita gente leva aquele troço muito a sério. Eu entendo, você acaba abrindo um pouco da sua intimidade, mas tem que ser preservada alguma privacidade.

Então, seguindo a linha das idéias improváveis (esse assunto de novo), fiquei imaginando uma série de scraps embaraçosos:

Holly sCrap!!!

Holly sCrap!!!

“Se Ridicularize!!!
Não subestime o absurdo
pois amanhã o absurdo poderá ridicularizar
os descrentes nele.”

Probabilidade – Banda Eddie

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Este post foi publicado em 27/01/2009 às 23:23. Ele está arquivado em Generic post e marcado , , . Guarde o link permanente. Seguir quaisquer comentários aqui com o feed RSS para este post.

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